castelo do bode

fomos passar quatro dias a castelo do bode, a casa de uns amigos queridos, num lugar chamado montes. casa perfeita para esta modalidade de descanso, vista espectacular sobre a barragem, espaço para brincadeiras e correrias e petiscos ao ar livre. e sol, muito sol e calor. acertamos em cheio.
 
e foram uns dias muito preenchidos, em que vestimos finalmente calções e t-shirts, tivemos que andar sempre de chápeu e besuntar o corpo todo de creme. aprendemos a jogar/chutar a bola, a procurar pelo cucu do relógio, a beber iogurte líquido pela palhinha e a comer entrescosto com as mãos.
tomou banho ao colo do pai e segundo este houve muitos beijinhos e abraços de felicidade, esfolou os joelhos e fez 6 nódoas negras numa só perna. delirou com a mesa de pingue-pongue e com os mata-moscas.
 
na 6ªfeira fomos até tomar, ao mercado/feira semanal, abastecer de tremoços, fruta e legumes. confesso que procurei por um chapéu de palha de criança, daqueles que usei há mais de 30 anos. mas só vi um na cabeça de um cigano que vendia tralhas com o slogan ‘3 peças a 1€’. a busca vai continuar – tenho em mente replicar algumas fotografias de verão/férias da praia com 30 e poucos anos de diferença.
 
no sábado adormeceu às 18h15 e só voltou a acordar às 6h45! nunca pensei que fosse possível, apesar de relatos de alguns amigos. este bezerro que, tal como a sua mãe, acorda sempre com fome, conseguir dormir sem jantar. o pai estava muito preocupado e eu estava, simplesmente, curiosa para ver se tal seria possível. e foi! tanta correria e brincadeira, deu nisto. e não, não estoirou a fralda. eh eh .
 
ficam as fotografias para não esquecer.

 + passaram os dias nisto: corre, cai, apanha, corre, cai outra vez, choraminga, agarra a bola, corre, corre…
 + esta bola, encontrada num parque ribeirinho, fez as delícias e as lutas deles
 + cai com a bola, lambe a bola, abraça a bola
 + ainda niguém disse nada do estilo deste rapaz. fica aqui a prova! estou apaixonada por estes ténis all star vermelhos, cedência generosa do primo
 +  na hora de maior calor fez-se uma rambóia de almofadas e saltos e cambalhotas. foi a loucura! a t-shirt foi oferecida pela equipa de futebol americano aos filhos dos jogadores. cada um teve direito a uma com o número do pai – devils 52.
 
 
e agora fica uma sequência inteira dedicada à arte de comer entrecosto com as mãos, por um bebé de 17 meses. note-se que isto aconteceu porque ele não quis dormir a sesta, reparem na fronha da almofada na primeira fotografia (atentem ao tecido vintage, são joaninhas, senhores!) e viu-nos a comer assim.
gosto particularmente da posição precisa destas mãos adoráveis e dos olhos atentos a espiar os adultos para ver como se faz. sem medos ou esquisitices, assim mesmo.
enjoy!
 


 

 
 
 
 
 
 
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